No início do verão às vezes faz dias
No início do verão às vezes faz dias encantadores em Petersburgo - claro, mornos, serenos.
Como que de propósito aquele dia era um desses tais dias raros.
O príncipe perambulou algum tempo a esmo.
Conhecia mal a cidade.
Às vezes parava nos cruzamentos das ruas diante de outros edifícios, nas praças, nas pontes; em certo momento entrou em uma padaria para descansar.
Vez por outra olhava atentamente para os transeuntes com grande curiosidade; contudo, o mais das vezes não notava nem os transeuntes nem aonde exatamente estava indo.
Estava em uma tensão angustiante e intranquilo e ao mesmo tempo sentia uma necessidade inusual de estar só.
Queria estar só e entregar-se a essa tensão sofredora de modo absolutamente passivo, sem procurar a mínima saída.
Com asco negava-se a resolver a pergunta que desabara sobre sua alma e seu coração.
"E daí, por acaso eu tenho culpa de tudo isso?" - balbuciava de si para si, quase sem ter consciência das suas palavras.
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