O poeta é inimigo da vida tranquila Ele não
O poeta é inimigo da vida tranquila
Ele não consegue parar num único lugar
Num único sofá
num único peito
O poeta é inimigo dele mesmo
Ele não consegue viver sem seus vícios
e acaba se matando todo dia
de pouco em pouco - como todo o mundo
O poeta é inimigo do silêncio
Ele não dorme bem
porque a boca fecha
mas a mente grita
os olhos colam
mas enxergam o que ele não queria
O poeta é dor
Ele simplesmente dói
sem precisar
E quando precisa
dói o dobro, o triplo…
O poeta é tristeza
porque qualquer pequena alegria
se torna gigante
O poeta é simplicidade
Ele não pode querer ser rico
ele sabe que a riqueza material nunca vem pela poesia
Seria mais fácil vender laranja na feira
Mas o poeta é sonho
e principalmente alma livre
É alma livre porque todo papel
E dia
E hora
E minuto
E momento
E gole
E cigarro
E amor
É inédito.
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