Como era tranquila a vida
Como era tranquila a vida, antes de passar aquela porta.
O acalento dos abraços, e o amor dos achegados, nunca dei valor a tal demonstração de amor…
Mas atras daquela porta, foi-me posto um desafio, foi-me posto em jogo, minha vida, e a vida de quem jurei amar…
Com o tempo vi cair e derrubei, diversos inimigos que confrontei, com o tempo pude contar, cada lagrima que derramei, por angustia e dor, por ver sofrer o meu amor.
Lutamos bravamente, até o ultimo suspiro, mesmo quando nossos corpos ja não desejavam mais estar vivos…
Lutamos até a lamina perder o seu brilho, e manchar-se do sangue, daqueles que foram lançados em tal desafio.
Mas sabe o que me feriu? mais que cada espada vil?
Foram tuas lagrimas ao dizer, Adeus, junto a um breve, e quase emudecido, pela dor do meu partir, com o que restou do ser, pôs-me em teus braços e disse, Eu amo você.
Pude então fechar meus olhos, e partir com doce visão, não foram anjos nem demônios, e sim a face daquela, que tomou meu coração.
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