Solitude de minha alma Sob o nada do destino
Solitude de minha alma
Sob o nada do destino
O mar diluí o maiores sentidos da vida
As mágoas se perdem numa floresta negra…
Os temores são passíveis de pena
Mas escuridão têm a voz do silencio
A voz amarga cruel sem fim…
Por mais que queria um doce viver…
Os limites da imaginação seria tão fútil…
Entre o glamour outro o estilo trivial…
Tristezas maiores descimentos das profundezas
Nunca a uma vitória nos nobres sonhos..
Nos gritos da esperanças se atribuem
Com as migalhas do destino puramente desatino
Dito atroz em emocional tão revelador
Como uma flor que deixa pétalas de uma rosa
Ser a beleza entregue para eternidade.
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