SONETO DO DESENCANTO
SONETO DO DESENCANTO
Meu verso hoje é de saudade
É lembrança amarga dorida,
É pétala doce ferida
É dos lábios o gosto acre.
Meu verso é ferida d’alma
É cântico de sofrimento,
É do amor o desalento
Do poeta que inda chora.
E nesses versos de solidão
De dor e desencanto
No peito um coração,
Se rasga em pranto
Recordando a desilusão
Por ter se apaixonado.
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Em cada beijo há um poema Em cada abraço
Em cada beijo há um poema
Em cada abraço uma poesia
Em cada saudade um verso
Em cada desejo um soneto.
(…)
levo junto a mim lá no fundo do peito
levo junto a mim
lá no fundo do peito
o verso costurado
o olhar encantado
o amor encarnado
o brilho do luar
cartão-postal ilustrando
a noite que de azul
…
Real
Real, o amor que sinto por ti
Quero que saibas
Quero que sintas o mesmo por mim
E que este amor nunca acabe!
Na poesia que eu te escrevi por amor
Na poesia que eu te escrevi por amor,
O único verso conspira a nosso favor.