Ah! meu querido Freud Se tu me vistes agora pela manhã Quase certo, deitava-me em teu divã para confabular as minhas queixas
Ah! meu querido Freud
Se tu me vistes agora pela manhã
Quase certo, deitava-me em teu divã
para confabular as minhas queixas
Como se certo de meus protestos
De como tenho vivido, como se restos
Embargado num silêncio tumular
Minha guerra é Ego versus Id
Numa chamada para meu “Ide”
Numa ânsia de fugir de mim mesmo
Assim, vou pensando a esmo
Entre o silêncio e lacônico grito na alma
Um desejo manifesta a minha condição
Epitáfios de um romance ébrio
Que compõe minha canção
Já não quero mais nada
Que nãos eja a mim mesmo
Que não seja a minha vida
E numa agonia desiludida
Num lampejo de consciência
Tudo que quero é ser presente
Em mim mesmo, nas outras ausências
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