Amou daquela vez como se fosse máquina Beijou sua
“Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado.”
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Trocando em miúdos
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De todas as maneiras Que há de amar Nós já
De todas as maneiras
Que há de amar
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Almanaque
Chico Buarque
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Se mamava de sabe lá …
Ela esquenta a papa do neto Ele quase que
Ela esquenta a papa do neto
Ele quase que fez fortuna
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até que a morte os una
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