Amou daquela vez como se fosse máquina Beijou sua
“Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado.”
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Discordando de Chico Buarque
Ao contrário de futuros amantes o meu amor tem pressa.
Ele não faz silêncio e corre depressa,
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Vou colecionar mais um soneto Outro retrato em branco
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
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Nina diz que, embora nova
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Sentia m…
As batidas do coração jamais deveriam se escravizar
As batidas do coração jamais deveriam se escravizar aos tiquetaques desencontrados de dois relógios diferentes.
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Estou pensando alto para que você me escute. E falo devagar como quem escreve, para que você me transcreva sem precisar ser taquigrafa, você está aí?
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