Só depois de viver mais ou melhor
Só depois de viver mais ou melhor, conseguirei a desvalorização do humano, dizia-lhe Joana às vezes.
Humano - eu.
Humano - os homens individualmente separados.
Esquecê-los porque com eles minhas relações apenas podem ser sentimentais.
Se eu os procuro, exijo ou dou-lhes o equivalente das velhas palavras que sempre ouvimos, "fraternidade", "justiça".
Se elas tivessem um valor real, seu valor não estaria em ser cume, mas base de triângulo.
Seriam a condição e não o fato em si.
Porém terminam ocupando todo o espaço mental e sentimental exatamente porque são impossíveis de se realizar, são contra a natureza.
São fatais, apesar de tudo, no estado de promiscuidade em que se vive.
Nesse estado transforma-se o ódio em amor, que nunca passa na verdade de procura de amor, jamais obtido senão em teoria, como no cristianismo."
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