Os livros - é o remédio que eu
Os livros - é o remédio que eu sempre receito e quase sempre dá um resultado razoável.
Ponho em jogo o egoísmo humano, e lembro-me de que sempre há-de consolar a nossa dor o espectáculo da dor dos outros…
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Fecha os teus olhos bem
Fecha os teus olhos bem! Não vejas nada!
Empalidece mais! E, resignada,
Prende os teus braços a uma cruz maior!
A Vida e a Morte
A Vida e a Morte
O que é a vida e a morte
Aquela infernal inimiga
A vida é o sorriso
E a morte da vida a guarida.
A morte tem os desgostos
A vida tem os felizes
(…Continue Lendo…)
E se um dia hei-de ser pó
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…
Neste mundo vaidoso
Neste mundo vaidoso, o amor é nada,
É um orgulho a mais, outra vaidade
Mentira! Não te quis… não me quiseste…
Mentira! Não fui tua… não! Somente…
Quis ser mais do que sou, mais…
Saudades! Sim… talvez… e por que não? Se o sonho foi tão alto e forte Que pensara vê-lo até à morte Deslumbrar-me de luz o coração!
Saudades! Sim… talvez… e por que não?
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?… Ah, como é vão!
…
o meu mundo não é como o dos outros
o meu mundo não é como o dos outros:
quero demais, exijo demais.
há em mim uma sede de infinito