Os livros - é o remédio que eu
Os livros - é o remédio que eu sempre receito e quase sempre dá um resultado razoável.
Ponho em jogo o egoísmo humano, e lembro-me de que sempre há-de consolar a nossa dor o espectáculo da dor dos outros…
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Vivo sozinha em meu castelo
Vivo sozinha em meu castelo: a Dor!
Chora o silêncio… nada… ninguém vem…
Neste mundo vaidoso
Neste mundo vaidoso, o amor é nada,
É um orgulho a mais, outra vaidade
Mentira! Não te quis… não me quiseste…
Mentira! Não fui tua… não! Somente…
Quis ser mais do que sou, mais…
E se um dia hei-de ser pó
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…
Nesse triste convento aonde eu moro
Nesse triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro
E ninguém ouve… ninguém vê… ninguém…
Procurei o amor
Procurei o amor, que me mentiu
Pedi à vida mais do que ela dava..
Se alguém disser que pode amar uma pessoa a vida inteira
Se alguém disser que pode amar uma pessoa a vida inteira, é porque mente!
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