Arrumei os amores
Arrumei os amores, é a primeira regra da vida – saber arquivá-los, entendê-los, contá-los, esquecê-los.
Mas ninguém nos diz como se sobrevive ao murchar de um sentimento que não murcha.
A amizade só se perde por traição – como a pátria.
Num campo de batalha, num terreno de operações.
Não há explicações para o desaparecimento do desejo, última e única lição do mais extraordinário amor.
Mas quando o amor nasce protegido da erosão do corpo, apenas perfume, contorno, coreografado em redor dos arco-íris dessa animada esperança a que chamamos alma – porque se esfuma? Como é que, de um dia para o outro, a tua voz deixou de me procurar, e eu deixei que a minha vida dispensasse o espelho da tua?
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Dá-me pólvora pra vida, Não renegue, Você aceitou entrar.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
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Tão dolorosas comigo,
Nunca irei proporcionar.
Sou carne,
Sou vida,
S…