Os poemas que escrevo são como filhos oriundos
Os poemas que escrevo são como filhos oriundos de um parto poético, alguns fiz força para surgirem; outros, nasceram suavemente.
Todos eles ganham vida ao se misturarem nas experiências diárias de outros poetas, outros leitores(as), outras vidas.
Como "filhos", os poemas que escrevo recebem um nome em seu início, uma história em seu corpo, e uma data de nascimento em seu final, não que ele tenha nascido e morrido naquele momento, mas porque a partir de ali ele passa a ganhar vida em outras vidas, e na minha própria, sempre que eu o observo novamente.
Mensagens Relacionadas
Poderia eu ser
Poderia eu ser, um ser tão repulsivo? Um ser sem escrúpulos nenhum. E sem vida? Talvez.
Mas eu tinha uma vida! Porque eu a sentia querendo se torna sua. É eu também tinha um coração,
Porqu…
quase sem vida
…quase sem vida, cabeça ao seu colo.
Fecho os olhos para não mais vê-la
com força fecho minha boca, para nem uma gota escapar.
Em um pranto doloroso me pergunta o porque?
E dos…
As Labutas são as Lutas diárias da vida de
As Labutas são as Lutas
diárias da vida de uma Nação inteira,
assim como os Movimentos Sociais e
outros tipos que possam vir manifestar-se
interesses a seu favor ou ao crescime…
uma baqueta
uma baqueta, duas baquetas,
um estalo agudo, um medo,
um nada, silêncio, silêncio,
tudo se apagou, a luz é plena,
o medo é como teclas de piano,
a morte chegou como uma ó…
As páginas da nossa vida” As desilusões
“As páginas da nossa vida”
As desilusões, o fracasso, a tristeza são situações que surgem lado a lado em nossos dias e na maioria das vezes nos impulsionam a parar na caminhada, mas Deus vem sem…
Minha dor
Minha dor
Fiz da minha vida meu próprio sofrimento.
Errei tanto deixei meu orgulho dominar
e me perdi na própria ignorância.
Hoje percebi todos os erros cometidos
só que …