Os poemas que escrevo são como filhos oriundos
Os poemas que escrevo são como filhos oriundos de um parto poético, alguns fiz força para surgirem; outros, nasceram suavemente.
Todos eles ganham vida ao se misturarem nas experiências diárias de outros poetas, outros leitores(as), outras vidas.
Como "filhos", os poemas que escrevo recebem um nome em seu início, uma história em seu corpo, e uma data de nascimento em seu final, não que ele tenha nascido e morrido naquele momento, mas porque a partir de ali ele passa a ganhar vida em outras vidas, e na minha própria, sempre que eu o observo novamente.
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O jeito que você lida com seus filhos
O jeito que você lida com seus filhos, torna os fortes ou fracos diante das situações no decorrer da vida deles, então hoje você é responsável pelo sofrimento ou alegria deles, pense nisso.
#poema#cellovieira#gravidezNunca deixem de acreditar
Nunca deixem de acreditar…
Porque nos surpreendemos todos os dias.
Na vida, nos mesmos palcos onde as luzes parecem ter se apagado,
ainda seremos iluminados.
Nada é definitivo,…
Na física os iguais se repelem
Na física os iguais se repelem,
Na vida os iguais se atraem,
Não entendo nada de física,
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Leveza na alma
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Dança moça;
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Não importa seu motivo de estar assim Não importa quem causou tudo isso Não importa nem se pode acontecer novamente
Não importa seu motivo de estar assim
Não importa quem causou tudo isso
Não importa nem se pode acontecer novamente
A decisão é simples: tocar a vida
Como se fosse do início
(…Continue Lendo…)