O valor de nossas mãos
Meu avô, com noventa e tantos anos, sentado debilmente no banco do jardim, não se movia.
Estava cabisbaixo olhando suas mãos.
Quando me sentei ao seu lado, não notou minha presença, o tempo passava, então lhe perguntei se estava bem.Finalmente, sem querer incomodá-lo, mas querendo saber como ele estava, lhe perguntei como se sentia….
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