Nos traços empoeirados do cerrado A fina marca do
Nos traços empoeirados do cerrado
A fina marca do lavrado
Corta em balizas marcantes
Ressoando o zumbido traçante
Das linhas tortas e sujas
Nas alamedas ressecadas
Que presenteiam alas formosas
Entre folhas dissecadas
Permitindo o giro no pedal
Correndo contra o tempo
quarando no varal
Seus Invólucros de cores
Contrastando secas flores
Que desabrocham aos respingos
Do legítimo suor
A cabeça tão longe
Assombrando suas dores
Coração todo disperso
Relembrando malfeitos versos
Lateja forte fulgente
Vertendo candor
Pedale, transpire, inspire
Suba, desça, deixe correr
Adube sua existência girando
Pois és planta nativa buscando
A essência da palavra viver
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