No funeral…os ventos Uivam no poente Como duas borboletas Que brincam cegamente Em um úmido caixão
No funeral…os ventos
Uivam no poente
Como duas borboletas
Que brincam cegamente
Em um úmido caixão
O sol já não aquece a alma
Porque o frio congelante da derrota
Te faz olhar o pouso triste
Do rouxinol que canta
O timbre da morte
Cegamente daremos passos no escuro
Como um anjo que cai loucamente
No abismo do pecado
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'Meu doce mistério de vida é sempre tentar fazer as coisas por debaixo dos panos para ninguém ver… porisso adoro tanto minha cama.'
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"Tudo na vida tem seu tempo para
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NiAragues