No funeral…os ventos Uivam no poente Como duas borboletas Que brincam cegamente Em um úmido caixão
No funeral…os ventos
Uivam no poente
Como duas borboletas
Que brincam cegamente
Em um úmido caixão
O sol já não aquece a alma
Porque o frio congelante da derrota
Te faz olhar o pouso triste
Do rouxinol que canta
O timbre da morte
Cegamente daremos passos no escuro
Como um anjo que cai loucamente
No abismo do pecado
Mensagens Relacionadas
A vida tem suas limitações e obstáculos, cabe a nós sabermos desviár os caminhos.
A vida tem suas limitações e obstáculos, cabe a nós sabermos desviár os caminhos.
Mari (Ceicinha Bakana)
Silêncio
Silêncio
Se visse poesia
na vida do outro
jamais
o mataria com armas
muito menos
com palavras.
Meu campo florido
Meu campo florido…
iluminado de sol,
trazes com teus aromas e leveza
as cores da vida.
Alegra-me vi(ver) - te
Contagia-me em cores e odores
que enebriam os meus sen…
Um grande momento é aquele que marca todo sempre á nossa vida
Um grande momento é aquele que marca todo sempre á nossa vida.
Um momento singelo se faz com um sentimento sincero e verdadeiro.
Um momento é o caminho para o amor que chega como magia e a…
O vida real
O vida real…
Tua fachada esta mal…
Não gosto de a sentir…
Os sonhos estão a fugir…
Quero ser comandante…
Nesta vida constante…
É amarga exigente…
Uma luta per…
Tenho a impressão que a vida
Tenho a impressão que a vida, as coisas foram me levando. Levando em frente, levando embora, levando aos trancos, de qualquer jeito. Sem se importarem se eu não queria mais ir. Agora olho em volta e n…
#gravidez#reflexao#caiofernandoabreu#poema