uma baqueta
uma baqueta, duas baquetas,
um estalo agudo, um medo,
um nada, silêncio, silêncio,
tudo se apagou, a luz é plena,
o medo é como teclas de piano,
a morte chegou como uma ópera,
aguda, aguda, a toques singelos,
o movimento corre pelas veias,
o fim chegou, o fim chegou,
em solos de guitarra.
em improvisos, pergunte se a vida é real,
o céu explode em bocejos e portas abertas,
sorria, a experiência é única seu filho da puta.
em meio a medos as portas se abrem, não chore,
amanhã tudo será coincidência e ressaca,
e aquela mulher não voltara mais, filho da puta,
e as baquetas continuam a tocar, como a luz do céu.
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