Quando nasci
Quando nasci
Quando pensei que tinha nascido pra vida
Já estava o bastante morto pro amor
Já faltava-me o ar, já faltava-me o mundo
Já não era alguém mas “algo”
Se a alma existe, que faça de mim tua serva
Pra que nas reviravoltas insanas dos pensamentos
Eu reanime este espírito inválido de amor
E volte ao vale fresco da paz
E deste transtorno infundado farei pó
E desta vontade de ser gente farei eu
E das sombras uma luz guia
Só assim é que viverei como um “eu”definido”
E só assim enxergarei com meus próprios olhos
Quem um dia viveu a morte em segredo
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