Os lados que pensam ter na vida Infinitamente são
Os lados que pensam ter na vida
Infinitamente são planos e vários planos
Em minha visão o que se diz da morte
É vida; e o inverso é onde nos encontramos
Por algum esquecimento necessário
Estamos aqui para equilibrar nossos conhecimentos
Com a sina de evoluir à perfeição
E fazermos desta a estrada da grandiosidade
Da purificação, da felicidade pura
Sem ressentimentos, sem egoísmo, sem inveja…
Mas, quando vejo um marginal assassinar uma mulher em estado de graça
Após roubar (ou furtar?) seu veículo
Me mostra que ainda tenho muito à evoluir
Pois meu sentimento impuro,
Me faz retroceder à evolução: “olho por olho – dente por dente”
E isso é mau - mas me sentiria bem melhor!!!
Mensagens Relacionadas
Crie diversas espectativas para sua vida
Crie diversas espectativas para sua vida, valorize seu tempo e construa sonhos.
Jamais lhe deixe cair por argumentos tolos, aqueles que venham só lhe trazer dúvidas e atrasos em seu cotidiano. S…
de tudo durante a vida sempre valerá a pena todo perder
de tudo durante a vida
sempre valerá a pena
todo perder, todo ganhar
todo partir, todo ficar
todo encontro, todo desencontro
todo choro, todo riso
a vida é mesmo is…
Haaa
Haaa… os sonhos
os malditos sonhos…
Que fazem você viver
o que não viveu em vida;
e depois se tranformam em
torturantes lembranças de
algo que não aconteceu…
O FIM DO CAMINHO
O FIM DO CAMINHO
Conheço o fim do caminho.
Percebi que atalhos não existem…
E se existem, não valem a pena trilha-los.
Que se vá devagar,
Que se corra para chegar…
…
Se voce acreditar que te esqueci É o mesmo
Se voce acreditar que te esqueci
É o mesmo que acreditar que não existe vida em mim
Pois as vezes te esqueço
So pra voce me achar
Procurar e confiar que não consigo esquecer
(…Continue Lendo…)
O ato de cortar o cordão umbilical ao nascimento, passa a ser desprezível por toda vida, quando mensuramos o amor materno.
O ato de cortar o cordão umbilical ao nascimento, passa a ser desprezível por toda vida, quando mensuramos o amor materno.
Boldane A. Cordeiro