Deixei que a vida me levasse por caminhos abstratos e perigosos
Deixei que a vida me levasse por caminhos abstratos e perigosos.
Descobri os erros cometendo-os.
Aprendi que tudo na vida tem um custo.
Custo este nem sempre material.
Na maioria das vezes o valor é moral.
Descobri nos amores, que amor verdadeiro é um só.
Aprendi com inúmeros amigos, que amigos de verdade são poucos.
Descobri em inúmeras festas, grandes ilusões.
E mais uma vez aprendi e procurei a calmaria.
Olhando meu reflexo no espelho não vejo apenas um corpo.
Vejo marcas, e com elas historias.
Historias de pouco orgulho, no qual inúmeras odeio.
Arrependimento?
Apenas de não me arrepender de vários erros.
Mais o tempo passa, a gente aprende.
Desculpas que não pedi, favores que não fiz, abraços que não abracei.
Olho o tempo, sinto o vento, me perco em pensamentos.
Só o tempo faz o tempo passar.
Abro os olhos mais não vejo o que deveria ver.
Mais uma vês os mesmos erros, as mesmas farsas.
Será que eu sei quem sou?
Será que eu existo?
Por mais que eu descubra a vida, continuo a me sentir um leigo.
Por mais que eu tento me encontrar, continuo a me perder.
Vivo a espera do acaso.
Este sim irá chegar, vai encontrar a porta aberta e a cama arrumada.
Um dia as escolhas vão acabar.
Vai restar apenas uma porta e não terei mais como errar.
Mais enquanto não abro esta porta derradeira, vou me adiantar.
Perdão a todos que não pedi.
Abraços para todos que não abracei.
Recuperar o que perdi, e devolver o que me apossei.
Construir meu castelo de cartas dentro de uma câmara blindada.
Fazer com que apenas eu poça derruba-lo.
Colocar a culpa apenas em mim.
Pelo resto da vida apenas lamentar.
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