Poema Excêntrico IV
Poema Excêntrico IV
Tu viras noites como o dia que escurece e amanhece
Leva uma vida de boêmio com sutileza
É de um exato sorriso
Mas de um olhar incógnito
É contraditório se dizer ínfimo quando se és grande
És um macho tímido
Alvo como luz que reluz na escuridão
Não, teu cabelo não assusta
E tua conduta é tão pura
Que não há medo de aproximação
Tu és de mistérios absurdos
De um olhar vivo para o mundo
Talvez tua timidez de não insistir em pequenas coisas ou grandes
Seja medo de alcançar o inalcançável
É que de fato és raro o ínfimo se tornar visível.
Mensagens Relacionadas
Até sete anos
"Até sete anos, direcionei meus filhos para uma infância feliz.
Dos oito aos quatorze anos, direcionei meus filhos para uma adolescência saudável e plena.
Depois disso, nada mais pude faze…
Quanto se pode amar
"Quanto se pode amar?
Se for amor mesmo,
não cabe numa vida…
e nem na gente."
Morte
Morte, há quem te suporte?
Morte, quem é tão forte?
Morte, em cena…
no palco da vida encena…
um corte!
Morte, o fim
pra você, pra mim.
Não sei por que a vida me jogou
Não sei por que a vida me jogou aqui
Preciso descobrir qual a razão
Talvez eu seja um pássaro em transformação
Será que é só chavão? Quem sabe não
Ora a chuva poetiza a vida
"Ora a chuva poetiza a vida, ora o sol,
as vezes brincam de chegar juntos. As vezes
trazem o arco-íris para completar o espetáculo.
e vão embora. E ficam em nós".