Fantasma
Fantasma
Apareça pequeno borrão vital, sei que me olhas a noite,
Sei que desejas a vida e tudo que a mantem,
Sei que tens grandes ideias ainda não realizadas,
Mas, faça-me um favor, apague a luz, detesto seu desespero.
Apesar de conhecer seu passado odeio pensar no futuro,
Apesar de lhe conhecer há anos é sempre a primeira vez,
Apesar de tantos afazeres ainda arrumas tempo para me provocar
Devias parar logo com isto, não irei lhe acompanhar a vida toda.
Agora volte a sonhar no eterno silencio do vazio,
Não irei incomoda-lo, não irei chama-lo e nem amedronta-lo.
Tens de descansar agora, amanhã é um novo dia escuro, sim.
Mas sempre tenhas em seu coração a vontade que lhe deixa vivo.
Tenho certeza que daqui alguns anos estará em um lugar melhor,
Não precisará se preocupar com nada ou ninguém.
Você estará salvo, no seu próprio reino, no seu próprio castelo.
E não ouse me dizer que não gostou, fiz de tudo por você.
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(trecho em "Idades cidades divindades". Lisboa: Editora Caminho, 2007.)