Ou eu engulo espinhos Ou vomito rosas As duas coisas
Ou eu engulo espinhos
Ou vomito rosas
As duas coisas não dá
Depende muito da situação
E a vida é assim
Ou dá ou desce
Ou isso ou aquilo
Temos sempre que escolher
E arcar com as consequências
Assumir a responsabilidade
Admitir os erros
Agradecer pelas bênçãos
Não perder as oportunidades
Viver na profundidade
E até perder o juízo de vez em quando
Escapar da realidade
Sentir o amor de verdade
Dizer que pecou
Pensar numa saída
Sentar e esperar pela alegria
Ser feliz aos montes
Fazer suar a fronte
De tanto trabalhar as imperfeições
Empurrar com a barriga
Cheia de borboletas
Adentrar o jardim do coracao
Porque é de lá que sai as benditas flores
E onde eu arrumo os espinhos
Para minha crucificação
É tudo entre a vida e eu
E tudo acontece entre a terra e o céu
É um mar de estrelas
É a natureza do universo
É poesia que exclama
E espinho que inflama
Na minha garganta profunda
Preciso gritar pelos quatro cantos
Palavras ao léu
Sem sentido
Floresço em terreno (in)fértil
Adapto ao meu mundo florido
Sofrido
Instruido
Pela minh'alma insana!!!
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