SONETO DE CARNAVAL de outrora
SONETO DE CARNAVAL
de outrora
Distante da folia, o cerrado me afigura
A saudade como um saudoso tormento
Lembrar dela é uma sôfrega tal tristura
Esquece-la é nublar o contentamento
Ausentar de ti é a mais pura amargura
Todo momento é gosto sem fomento
Máscaras sem brilho nem alegre figura
Uma fantasia no samba sem afinamento
E no saudosando os tempos de outrora
Enquanto fulgaz vão-se os anos, enfim
O que tenho pra agora, só silêncio afora
De toda a diversão a quietude em mim
É regente, pois já não sou parte da hora
E meu carnaval vela o traje de arlequim
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Carnaval
Cerrado goiano
Mensagens Relacionadas
A poesia virou confete
A poesia virou confete
É na areia que está o meu carnaval,
é no mar que estão as serpentinas,
brancas ondas a quebrar na praia.
Aqui encontro a magia da poesia,
vestindo …
Utopia de Carnaval
Utopia de Carnaval
Começando a agitação
O verdadeiro ritual
Nesse país de foliões.
Forrozeiros, batuqueiros arrastando as multidões.
Como um vento noroeste sem direção.
(…Continue Lendo…)
Tempo de carnaval Tempo de história e escolha Onde a
Tempo de carnaval
Tempo de história e escolha
Onde a vida é uma folha
E você escreve a sua
Você que tem que escolher
O amor ou a pegação
Sentimento ou a diversão
(…Continue Lendo…)
Bom dia meus bons amigos! Acabou o carnaval. É hora de acordar. Colocar os pés no chão. Contribuir para tudo melhorar…
Bom dia meus bons amigos!
Acabou o carnaval.
É hora de acordar.
Colocar os pés no chão.
Contribuir para tudo melhorar…
Eu conheci uma guria que eu já conhecia de
Eu conheci uma guria que eu já conhecia
de outros carnavais com outras fantasias
Ela apareceu, parecia tão sozinha.
Parecia que era minha aquela solidão.