Um Pouco Daquilo
Um Pouco Daquilo
São destes carnavais e penumbras
Com voz amiúde a fraudulenta,
Destas que enganaram o coração e alma
E tudo de toda carcaça.
São destas marginais e linhas
retas, paralelas ou curvadas
Que corri, andei, saltei e caí
Ou até mesmo fiquei, vezes outras.
Já ouvi dizer bastante:
“quem cai sete levanta oito”,
Você não vira quem foi empurrado
E depois bastou-se de rastejar.
É que a chuva não acalma todo dia
E a nuvem nem sempre é branca,
Melhor se fosse sempre cinza
E não nos enganasse nunca.
Se as montanhas não foram dadas prontas
Pena de mim que não era, ou serei sempre.
O que me resta é cuspir palavras
E rezar para que o chão não as seque.
Pois estou a matar-me com boa intenção
Como muitos já fizeram antes de mim,
Com a má fé de que possa haver vida
Logo após o sacrifício.
Sacrifício que Severino conhecia bem
Que o fizera perder norte e sul.
Mas o leste solva o sonho do homem
De lá, todos os dias, nasce o sol.
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