Na margem do rio
Na margem do rio,
a sombra dos choupos,
com a brisa suave,
sentei-me,era fresca a água,
olhei à volta,vi casas vazias,
ruas desertas,candeeiros escuros,
caminhos de pedra,fragas escorregadias.
Dos cemitérios escuros,
cheios de almas,
que gritam de dor,
mal lembrados,mal amados,
esquecidos no tempo,na saudade,
na vida,na morte,sem dignidade,
sem esperança,sem nada,
onde tudo é mentira ,tudo é verdade,
nada é certo a não ser a morte,
que espreita em cada rua,
em cada caminho ou casa.
Os vivos que gritam,
que choram de saudade,
lembranças perdidas,esquecidas,
das aldeia perdidas,caladas,sozinhas,
morcegos que voam na calada da noite,
igrejas sem gente,vazias sem alma.!
escadas de fragas,frias,escuras.
Apanho as giestas e a lenha,
para acender a lareira,
os troncos já ardem,
põe-se a panela de ferro na brasa,
ao lume coze-se as batatas,
o feijão verde, a cebola,
o tomate, o azeite e o sal,
frita-se o peixe do rio,
e o almoço está pronto ou quase,
falta a salada,com beldroegas,
tomate,alface sal ,azeite,
um almoço simples, como a vida na aldeia.!
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