Lembro-me de coisas que quase perdi,
Lembro-me de coisas que quase perdi,
Certa vez meu celular caiu num balde com água, entrei em pânico, foi quase…
Pensei numa forma de recupera-lo
E descobri, coloquei no arroz e depois de um tempo perfeito alí ele estava.
Havia um livro que amava muito e ainda não havia terminado,
Ele caiu na privada e fiquei apavorado, e mais rápido que pude tirei ele daquele buraco.
Com ele tive muito cuidado, botei pra secar no sol e ele ainda ficou inteiro, ele não era o mesmo, mas consegui lê-lo.
Dentre todas essas coisas, existe uma que não é objeto, muito mais precioso que todas elas, foi alguém que perdi, que como aquele livro não terminei de ler, sofri muito mais, ainda mais por não saber o que fazer, porque não tem circuitos, nem folhas molhadas, mas eu sei que foi quando quase perdi todas elas que meu cuidado se redobrou, nunca mais deixei perto de um balde,
Nem nunca mais da privada,
Talvez o que tinhamos não seja o mesmo como aquele livro, suas folhas ficaram onduladas, mas ainda sim seja possível viver até o final essa história, porque não esqueço cada verso que escreveste, nas folhas amareladas da minha memória.
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