Escrevo para todos os tipos de leitores
Escrevo para todos os tipos de leitores, desde os que querem “água com açúcar” aos que fazem das palavras sua fábrica/fonte para vida.
Não que tenha a pretensão de agradar a ambos, pelo contrário, gosto mesmo é de incomodar.
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ATÉ QUANDO?
ATÉ QUANDO?
A água é pouca no pote
de cima quase não vem
promessas viram calote
não aparece um vintém
as contas dão no cangote
e o governo com chicote
tirando…
Bebemos da mesma água
Bebemos da mesma água,
Porém cada um, mata a sede a sua forma.
Uns com cautela e apreciação, saciam-se.
Outros com tanta gana e exacerbo, afogam-se…
Sou o perfume da mata
Sou o perfume da mata…
Sou os raios de sol refletidos…
na água doce do rio Sabor…
sou o silêncio de mim mesma…
As lágrimas a angústia e desânimo…
sou um poço escuro que…<…
Me dizem sempre
Me dizem sempre: seja fria, seja fria, seja fria!
Mas não consigo, sou tão quente quanto água em ponto de ebulição.
A questão é que não consigo ser fria, mas não é aconselhável que me faç…
Você me provoca
Você me provoca, você me perturba. Joga água e sai correndo. Atira a pedra e me acerta de raspão. Me espia no escuro e mostra a língua. Me xinga. Me atiça. Invade o meu sossego. Meu refúgio. Pisa no m…
#agua#caiofernandoabreu#poemas
Como queda d'água Como remanso de mar Como enchente Alaga
Como queda d'água
Como remanso de mar
Como enchente
Alaga e destrói
Traz vida
Um recomeço