" À MÍNGUA DE PÃO"
" À MÍNGUA DE PÃO"
Negros são os tempos,
Da cor do carvão:
Assim são os pobres
Da minha nação.
Gente que não tendes
Nada na panela;
Lágrimas caem nela,
E tu não entendes…
De fome vos mantendes,
À míngua de pão,
E eu das tristezas
da minha nação.
Pobres que bebeis
Sem contentamento,
Como mantimento
O entendereis;
Isso que bebeis
Nunca será pão,
São lágrimas dos olhos
Da minha nação.
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