Amar eu deveria, Mas não posso, Porque o meu amor não controlo, Pois eu amo em demasia! É um amor utópico, Que me deixa sem norte.
Amar eu deveria,
Mas não posso,
Porque o meu amor não controlo,
Pois eu amo em demasia!
É um amor utópico,
Que me deixa sem norte.
Num devaneio fugaz,
Lembro-me da felicidade,
Felicidade súbita,
Que acaba quando me deparo com a realidade de minha alma moribunda.
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