Não basta falar de mim, tem que inventar ainda.
Correr atrás? Só se for da felicidade.
Sinto ciúmes de tudo que é meu e de tudo que eu acho que deveria ser.
A pessoa confunde “mais” com “mas” eu já parto para o desapego.
Mas eu me mordo de ciúme.
É sempre sem querer.
O que você fez daquilo que te fizeram? (Jean-Paul Sartre)