O vento vinha ventando Pelas cortinas de tule
O vento vinha ventando
Pelas cortinas de tule.
As mãos da menina morta
Estão varadas de luz.
No colo, juntos, refulgem
Coração, âncora e cruz,
Nunca a água foi tão pura…
Quem a teria abençoado?
Nunca o pão de cada dia
Teve um gosto mais sagrado.
E o vento vinha ventando
Pelas cortinas de tule…
Menos um lugar na mesa
Mais um nome na oração.
Da que consigo levara.
Cruz, âncora e coração
(E o vento vinha ventando…)
Daquela de cujas penas
Só os anjos saberão!
Mensagens Relacionadas
Mario Quintana escreveu
Mario Quintana escreveu: Eu só pediria licença para lembrar que os alienados são precisamente os que têm ideia fixa.
A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos, quando apenas cons…
Ao soneto XXIII de Mario Quintana
Ao soneto XXIII de Mario Quintana
''Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó! ''
Estaria Quintana a narrar sem jaça…
A trajetória de Regente Feijó?
E, q…
Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Estou deitado sob o gramado…
Olhando para a imensidão do céu.
De ilusões e mistérios estou farto,
Eu nada mais almejo, ou espero!
(…Continue Lendo…)
Há noites que eu não posso dormir de remorso por tudo o que eu deixei de cometer. (Mário Quintana)
Há noites que eu não posso dormir de remorso por tudo o que eu deixei de cometer. (Mário Quintana)
''Coração sem mestre, sonho sem lugar,
quem há que me empreste,
barco de embarcar?'…
Que a força que rege seu ser não
Que a força que rege seu ser não se enfraqueça diante dos problemas.
Que os sonhos não alcançados sirvam de estímulos na realização de outros.
Que as dificuldades encontradas fortaleçam su…
Mario Quintana… O que se falar a seu respeito, será pouco… Realmente deixou saudade… Osculos e amplexos, Marcial
Mario Quintana… O que se falar a seu respeito, será pouco…
Realmente deixou saudade…
Osculos e amplexos,
Marcial
Poetas que somos,
pela poesia vivemos,
com poesia m…