Sem Titulo (1984) Eu minha lanterna e o peixe Felipe. Cheio de coisas para botar pra fora e não tenho quem ouça.
Sem Titulo (1984)
Eu minha lanterna e o peixe Felipe.
Cheio de coisas para botar pra fora e não tenho quem ouça.
- Quem tem um ouvido aí?
O que eu despejo no papel do caderno? Caderno tem ouvido? Será que ele entende minha angústia? Será que as linhas frias do caderno me bastam? Ahhh! que besteira enorme é escrever, e no entanto se não o fizesse eu por certo morreria… Mas… Morreria de fato… mesmo.
Escrever… escrever… escrever…
Tudo já foi escrito; mas não importa.
Mensagens Relacionadas
Duas pessoas discutirem e não chegarem a uma conclusão igual
Duas pessoas discutirem e não chegarem a uma conclusão igual, é a melhor prova de que cada ser humano tem o seu valor e identidade própria.
#raulseixas#poesias#seixas#raulA LEI DA INSEQUABILIDADE
A LEI DA INSEQUABILIDADE
Muita gente ainda hoje se pergunta se é insequapível ou não. A resposta é clilófricamente simples: A lei da insequapibilidade pode ser explicada baseando-se no método do…
Eu conheço bem a fonte que desce daquele monte ainda
Eu conheço bem a fonte
que desce daquele monte
ainda que seja de noite
ainda que seja de noite
porque ainda é de noite
no dia claro dessa noite…
Ah
Ah! Menina mulher
Por quem em apaixonei
Teus olhos refletem
A pureza da verdade
Neles, o universo!
Teus lábios despertam-me
o desejo de tocá-los com carícias.
(…Continue Lendo…)
Rosa branca
Rosa branca, rosa amarela, sentimentos de Rafaela.
Rosa vermelha, Rosa Azul, sentimentos de Raul.
Um pobre, a outra rica, classes diferentes mas o amor fica.
Uma história de Romeu e …
Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa
Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa, dava três giros em torno do próprio corpo. Eu era o próprio rock. Eu era Elvis quando andava e penteava o topete. Eu era alvo de risos, gracinhas, claro. Eu t…
#raulseixas#raul#poesias