Soneto do sonho
Soneto do sonho
Um sonho, nas cinzas do amor
Brotou, em pasmos de sensações…
Foram momentos de emoções
No arrepio ápice de todo fragor.
Sob o brilho luar do teu frescor
Ilumina- te além e mais as ilusões
Que trazem íntimo o teu horror
E queima- te sacrílega a solidão.
Pela noite, quem lhe despertou
Do teu protagonismo de ficção?
E o teu belo mundo arrebatou
E levou consigo a linda canção
O vento mal que cinzas soprou
Frias cinzas sob o teu coração.
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