Estremeço de prazer por entre a novidade de
Estremeço de prazer por entre a novidade de usar palavras que formam intenso matagal.
Luto por conquistar mais profundamente a minha liberdade de sensações e pensamentos, sem nenhum sentido utilitário: sou sozinha, eu e minha liberdade.
É tamanha a liberdade que pode escandalizar um primitivo, mas sei que não te escandalizas com a plenitude que consigo e que é sem fronteiras perceptíveis.
Esta minha capacidade de viver o que é redondo e amplo - cerco-me por plantas carnívoras e animais legendários, tudo banhado pela tosca e esquerda luz de um sexo mítico.
Vou adiante de modo intuitivo e sem procurar uma idéia: sou orgânica.
E não me indago sobre os meus motivos.
Mergulho na quase dor de uma intensa alegria – e para me enfeitar nascem entre os meus cabelos folhas e ramagens.
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Sobre a morte
Sobre a morte?
Sobre a morte nada conheço, não sei dizer.
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Que bruto luto vive a verve patética, Que não investe no mundo da lua, que Não veste, verte e ferve na luta poética!
Que bruto luto vive a verve patética,
Que não investe no mundo da lua, que
Não veste, verte e ferve na luta poética!
Guria da Poesia Gaúcha
Aqui, na Terra, a fome continua, A miséria, o luto, e outra vez a fome.
Aqui, na Terra, a fome continua,
A miséria, o luto, e outra vez a fome.
Acendemos cigarros em fogos de napalme
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Mas fizemos de ti a prova da…