DESTERRO
DESTERRO
Já do amor findo? Chega! Na tristura sou exilado
Irei, trôpego, embriagado, no amor assim sozinho
O silêncio em coro, nas rosas também há espinho
Choro, angústia, no cerrado, vazio no peito calado
Neste amor, como num sonho, sonho sonhado
Sorrisos, as alegrias espelhadas pelo caminho
Serão guardadas nas lembranças com carinho
Como quem guarda o tesouro um dia achado
Adeus, generoso afeto, prazer do meu desejo!
O mar onde navegou sonegados antigos idílios
Berço onde a quimera desenhou cada beijo!
Adeus! Esta partição, há de pesar-me tanto
Como quem na solidão suplica por auxílios
Jogado num canto, encharcado de pranto…
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
18/07/2019, 05’05’
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Mensagens Relacionadas
Às vezes me faço acreditar que quem vai
Às vezes me faço acreditar
que quem vai e não quer voltar,
pode ser alguém que me esqueceu.
Mas o coração insiste em pensar
que você foi, sem nunca me deixar
e entre nós…
Da subjetividade da arte que brotou na composição noturna de uma janela Fazendo florescer a poética da intuição e assombrando assim meu raciocínio vão.
Da subjetividade da arte que brotou na composição noturna de uma janela
Fazendo florescer a poética da intuição e assombrando assim meu raciocínio vão.
Olhar que diz tudo e dispensa palavr…
Meu coração sangra
"Meu coração sangra,
Com muita dor,
Ao dizer adeus pra uma pessoa
Que um dia senti amor…"
Uma das coisas que mais odeio nessa vida
"Uma das coisas que mais odeio nessa vida, é dizer adeus para as pessoas que mais amo"
#arthursantos#namorada#adeus#amor#depressao#saudades#despedida
Desculpe por me despedir Te deixo na solidão Não pude
Desculpe por me despedir
Te deixo na solidão
Não pude resistir
Amei outro coração.
Nunca lhe direi adeus não deixaria por aí a metade
…Nunca lhe direi adeus
não deixaria por aí
a metade do meu coração
vagando em vão…