As vezes, assim penso, vivo Um monólogo diário Atravessando as vielas Sem atalhos
As vezes, assim penso, vivo
Um monólogo diário
Atravessando as vielas
Sem atalhos
Em frente ao mar
Dedico-lhes meus devaneios
Discorro sobre tudo
Sem, ao menos, um pingo de receio
O mar atento
Se comunica através de suas ondas
Mergulhante, deslizante e ascendente
Cabe a interpretação daqueles que mantém os olhos bem abertos
Mensagens Relacionadas
Um silêncio Um não mais Aquele adeus E acabou O que um dia Foi mais amor Simplesmente acabou
Um silêncio
Um não mais
Aquele adeus
E acabou
O que um dia
Foi mais amor
Simplesmente acabou
Poetisa
Islene Souza Leite
Dor substitui amor
Dor substitui amor
Você nem ao menos disse adeus
Apenas deixou uma carta
Sangue e um frasco de remédios
Eu sei que a vida não fazia sentido
Que a vida não importava
…
A única certeza da vida
A única certeza da vida…
É a morte!
Não existe certo ou errado, nem razão e respostas.
Não adianta tentar entender o que não somos capazes de explicar.
Escrever é fácil, teori…
?Que o amor seja eterno enquanto durar
?Que o amor seja eterno enquanto durar…
E para sempre até o adeus que nos separamos…?
Dei Aishiteru Natsukashii…
Hoje mais um lado do globo Foi iluminado pelo
Hoje mais um lado do globo
Foi iluminado pelo sol
O sentimento dos primeiros feixes de luz
Esquentando calmamente
As belas cataratas que haviam congelado
Com o tempo, aco…
O tempo foi passando inexorável e sem dó, aos poucos, deixando ver que um adeus se faria numa tarde mansa de um dia qualquer
O tempo foi passando
inexorável e sem dó,
aos poucos, deixando ver
que um adeus se faria
numa tarde mansa
de um dia qualquer
Um gesto, um olhar esquivo,
uma p…