no sertão da paraíba onde a seca castiga
no sertão da paraíba onde a seca castiga onde o couro e duro e o coração mole onde o pouco que se tem e muito, onde todos tem fé e acredita que a chuva vai chegar trazendo com ela a fartura em abundancia
lá eles nunca perdem a fé acreditam no amanhã melhor que o hoje lá o povo e forte e enfrentam muitas batalhas
a batalha da sede da fome do saneamento básico mais nem uma delas e pior do que eles ver a terra que eles tanto amam arder a espera da chuva que tema em não chegar
Nesta angústia evoca sua fé e clama ao céu por misericórdia e enquanto a chuva não vei deixam suas casas e famílias e sai Brasil a fora em busca do pão retornando a cada estação acreditando que tudo vai mudar
povo forte de pele seca da cabeça com o formato chato dos baldes e moringa de água que tem que carregar
povo alegre que anda legas e legas de a pé pará dança o baião e o cachado, que tem habilidade com a faca que tem um gosto culinária peculiar, buchada leite de cabra carne seca farinha de mandioca e rapadura
povo alegre e triste povo que de tudo rir e de tudo chora artistas natos escritor humorista poeta cantor e prosador minhas homenagem são para vocês
que nosso pais e seus desentendes posa honra-los e admirá-los por tudo isso
povo da pele dura e coração mole.
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Já não importa o que reste o que possa
Já não importa o que reste
o que possa me acontecer
a seca é ruim feito a peste
mas nunca vai me vencer
eu sou feliz no nordeste
onde eu nasci pra viver.
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Terra forte.
Da terra que me sustenta
da flor da palma a flor de lis
da seca que me arrebenta
da chuva que me faz feliz
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o meu nordeste repre…
Cadê a chuva!
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No nordeste sou nascido
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na seca tenho sofrido
sem me queixar a ninguém
mas de Deus eu não duvido
se ainda não tem chuvido
(…Continue Lendo…)
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Uma canção
Para se ouvir silente
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Sobre o solo rachado… seco
Hora, entre a sede e a fome
(…Continue Lendo…)
e sempre fora como a imensidão do mar
e sempre fora como a imensidão do mar,
porém, os dias castigam tanto,
que daqui a pouco virá Ser(tão), seco e árido.