Depois de todo companherismo
Depois de todo companherismo, no final o marinheiro foi deixado para trás, esquecido e a deriva, a desculpa o bote era pequeno demais não tinha espaço para mais um.
Cuidado muitas vezes tua dedicação e fidelidade não seram valorizadas no final.
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Foste abatida por flocos de perfume branco porque te
Foste abatida por flocos de perfume branco porque
te deixaste ir à deriva das rupturas combatidas p’los lábios
de granizo no franzido céu. Não tive outra chance senão
aprender com to…
Visto-me na colónia do medo porque já nada sei
Visto-me na colónia do medo
porque já nada sei ser senão medo desmembrado
com a sensação presa de me aprofundar
num remoinho golpeante
p’los vidros em derramamentos que me toca…
“Todos nós nos sentimos amedrontados, como marinheiros que vêem o seu piloto em desatino”.
“Todos nós nos sentimos amedrontados, como marinheiros que vêem o seu piloto em desatino”.
Jocasta > Édipo Rei
No pranto uma gota me faça assombrado poeta para
No pranto uma gota me faça
assombrado poeta para noutra
me tornar selvagem eremita
sorrindo proscrito.
Balanço-me feito túnica de cortinas a cordas de violino
Balanço-me feito túnica
de cortinas a cordas de violino a estalar,
marco o compasso entre véus a sopros de flauta
e nesses púdicos lugares eternizo-me dançarino.
NAVEGAR!
NAVEGAR!
Na rota sublime do amor
o naufrágio da felicidade
fui marinheiro arpoador
no porto da infidelidade
seguindo o barco a vapor
navegando em minha dor
n…