O medo do fim instalado em nossas vidas já se tornou comum
O medo do fim instalado em nossas vidas já se tornou comum.
Engraçado que como antes de começarmos algo, o medo do fim já se tornou uma verdadeira assombração.
Fim da vida, fim do amor, fim do dinheiro, da juventude…
Inútil fingir a não existência desse medo já que não queremos o fim.
Mas que tal deixar o medo pro final? Se houver um, é claro.
Não.
Nem tudo é eterno.
Talvez nada seja.
Mas só saberemos se um dia tudo isso acabar.
Quando um amor acaba tudo o que fazemos é enrijecer a boca e o coração.
Nunca mais amar.
Nunca mais sofrer.
Só esquecemos que os espaços da vida tendem a ser preenchidos.
Quase sempre.
O fim de um amor pode não ser só um fim.
É tão bom se descobrir.
É tão bom recomeçar, reinventar, SOBREVIVER.
Olhos brilhando novamente, coração acelerado, o primeiro beijo, o primeiro sonho a dois… ou a três.
Um Eu te amo novinho em folha.
Um Novo amor.
Novamente Amar.
Novamar.
A vida é feita de recomeços, e se o o Eu te amo não for assim "novinho em folha", encare-o como se fosse.
O grande erro do homem é decretar o fim de tudo sem consertá-lo.
Ame de novo, e se não der… Re-Ame.
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