Dois Desenhos
Dois Desenhos
Guardo dentro de mim um reflexo pequeno e outro grande.
Duas sombras.
Dois desenhos.
Quando amor eu sou gigante!
Se desilusão, nossa, sou tão insignificante… Minúscula escalo as pedras e, em meio ao percurso sinuoso, falo de tantas coisas: do olhar que vejo além daqui, do horizonte que se estende ali, de um tal de desamor, do brusco desencontro, da face frustrante que oferece a realidade naquele instante.
Mas gosto mesmo é de vencer os obstáculos e sou maior quando alcanço a planície.
Aí reencontro o amor, faço as pazes com meus sonhos, retomo a coragem e serena vou admirar.
Admirar o céu de tarde: o brilho das cores pinceladas que despertam quando o sol se prepara para dormir.
Admirar o céu de noite: pontilhado de estrelas ou claro de lua cheia.
De manhã: acordo em expectativa.
Admiro o céu luminoso do dia, cobrindo meus passos na terra fresca e macia da estrada.
A estrada que me fala de caminhos.
Linda em pensamento, guarda além das margens, lembranças e acontecimentos.
E o melhor, nela está não só o que já foi, mas o que ainda pode ser.
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