Para Clay Werley
Para Clay Werley
Oxalá, a gloriosa paz esteja contigo, poeta…
Engendrando morada no teu bom coração.
Afastando- lhe pra sempre os ais da solidão
E que lhe saúde a tua felicidade como festa.
Pois tua alma possui um esqueleto acústico
Trajado de todos os átomos e de quimeras
Residente e viajante de suas frias biosferas
E o regozijo grande de um prazer sem vício.
De que lhe vale uma vida sem seus riscos?
De uma escassa ventura sem uma história?
De uma história pautada em mil precipícios…
De escuros e vazios precipícios sem glória.
Cada lágrima do teu choro aflito que te cria
Um futil oásis, este espectador te observa:
Estás imerso no álibe das trevas da vigília…
Como um animal feroz mas ferido na selva.
Quem poderá compreender a vil tonalidade
Dos teus amantes versos tão esquecidos?
Além do teu anjo da guarda… e do destino…
Que lhe perpetuou o íntimo da sobriedade.
Você escreve versos com tanta suavidade…
Que desenha no teu pranto um novo brilho
E até na tua melancolia vazia e sem abrigo
Flameja um renovo de um sorriso que arde.
Ora, meu poeta, a solidão brinca contigo…
E no teu seio, o acaso lhe é como o vulto
Mas, tu brincaste com cada susto, soluço…
E te deste uma carne ao teu anjo espírito.
E que tu te levantastes do presente século:
Decadente, como uma estrela que ilumina,
Em cuja vil apostasia desmorona em ruína
E apregoaste em cada alma o teu aspecto.
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