Naquela madrugada, o seu silêncio escreveu saudades e com ele sua morte trazia… Acordaste do sonho da vida, e tuas lembranças, nós acolhia.
Naquela madrugada, o seu silêncio escreveu saudades e com ele sua morte trazia…
Acordaste do sonho da vida, e tuas lembranças, nós acolhia.
SONETO SOLENE
Evocar o tempo, e nesta saudade em rudez
as lembranças são qual suspiros de tua ida
o silêncio invasor na casa após a tua partida
pra morte, igual, desfolho outonal em palidez
Fatal e transitório, a nossa viveza é vencida
pelo sopro funesto, ao sentimento a viuvez
Julho, agosto, setembro, vai-se mês a mês
ano a ano e outro ano a recordação parida
Da saudade filial, que dói numa dor doída
de renovação amarga e de vil insipidez
que renasce na gelada ausência sofrida
No continuar, o vazio, traz pra alma nudez
chorada na recordação jamais esquecida…
Neste soneto solene: - sua bênção outra vez!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
13 de julho, 2016
Cerrado goiano
Mensagens Relacionadas
Não tenho medo da morte
Não tenho medo da morte…
tenho é pena não ter vivido mais…
das viagens que não fiz, gostaria de ter feito
das rosas que não toquei e do seu perfume
das músicas que não ouvi…
(…Continue Lendo…)
“Cemitério”
“Cemitério”
O véu negro da noite caiu sobre o enorme campo de construções sombrias e elegantes,
A luz gélida da lua cheia, iluminava pouco o enorme jardim das lapides.
Lugar silencio…
morte do meu eu antigo É o mesmo que
morte do meu eu antigo
É o mesmo que não volta a ti
Sujeito a estar sempre errando
Errando porem sempre pensando em si
Esparando a hora certa de morrer
Porem a todo tempo…
Nunca se perde quem se ama
Nunca se perde quem se ama, pois sempre que se tem saudades as lembranças boas vem a tona.
Cada momento que passamos, sejam bons ou ruins, nos acompanharam do início ao fim.
Dia e noite; s…