Você mergulhou fundo no meu alto grau de incompetência
Você mergulhou fundo no meu alto grau de incompetência.
E conheceu o meu lado que chamava o amor de "complexo de inferioridade".
E ficou.
E riu das piadas sem graça, me mostrando que a sua capacidade de amar era mais algum tipo de dom seu.
Eu nunca vou saber explicar o quanto você é simplesmente você.
Eu precisava da sua rotina entrelaçada com a minha.
Precisava que você esquecesse a cafeteira ligada.
Eu precisava dos conselhos que os seus olhos me transmitiam.
O seu calor também me aquecia, queimava.
Não existia antídoto melhor que o seu querer bem.
Não existia decisão errada se lhe envolvesse.
Você não pediu licença, não bateu na porta.
Não avaliou a minha falta de bom senso, a minha falta de ser boa em alguma coisa.
Nem ligou.
Veio de algum lugar só para me mostrar os outros lugares que seriam nossos.
Construímos o nosso caminho, o nosso sentido.
Você virou a minha memória, o meu gerúndio.
Estamos vivendo, amando, morrendo.
De amor.
O seu amor me pede carona, enquanto eu te abraço com advertência.
O seu amor me amansa, enquanto eu faço aquela risada boba de criança que ganha um brinquedo novo.
Então, me esqueço da censura, do meu jeito autocrítico e te abraço mais uma vez.
Você conheceu a minha pior crise de ansiedade e, mesmo assim, me escolheu.
Se adaptou em mim.
Se encaixou em nós.
Compartilhamos nossas normalidades, os vícios, os sonhos que se perderam no meio das primaveras.
Decidimos então edificar os nossos próprios sonhos, concretados com os nossos próprios medos, unindo-os até que se solidificassem.
Você me completou até que transbordasse, perseguiu o labirinto que compõe a minha alma, descobriu cidades em mim.
Transformou o amor em um ato de coragem repleto de curtas fraquezas.
Nossas palavras viraram promessas.
Nossos sorrisos, um pacto.
Prometemos boas lembranças, nos comprometemos em amar até o que ainda não vivemos.
Você encontrou o meu equilíbrio e confiou nele.
Curou a minha insônia e os poemas ruins.
Não pensou duas vezes ao pensar em mim pela primeira vez.
Quis me fazer corar.
Quis mergulhar.
Quis entender comigo porque o amor vai além do esquecimento, além do excesso de dom.
Eu já amava a sua simplicidade antes mesmo dela ser notada.
Eu já amava o seu calor antes dele tocar a minha pele.
Eu já amava o seu antídoto antes mesmo de experimentar o veneno.
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