E porque
E porque, segundo o meu costume, não hei de vos falar mais livremente? Dizei-me, por favor: serão, talvez, a cabeça, a cara, o peito, as mãos, as orelhas, como partes do corpo reputadas honestas, que geram os deuses e os homens? Ora, meus senhores, eu acho que não: o instrumento propagador do gênero humano é aquela parte, tão deselegante e ridícula que não se lhe pode dizer o nome sem provocar o riso.
Aquela, sim, é justamente aquela a fonte sagrada de onde provêm os deuses e os mortais.
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(citado em Elogio da Loucura)
E com tão prazenteiro e amável sorriso me aplaudistes
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