Na quinta dos plátanos verdes sombria de madrugada numa alvorada
Na quinta dos plátanos verdes
sombria de madrugada
numa alvorada gelada
erguida por entre pilares
entre tempos milenares.
Palácio de muitos andares
nascida de velhos reinados
das guerras de tempos passados
de escravos ali maltratados
que nunca puderam ser nobres
pois nasceram entre os pobres.
Naquela herdade imponente
foi ensinada muita gente
os jovens jogavam à bola
e livros levavam prà escola.
Entre frases e poemas,
alí nasceu a esperança
onde ficou esta lembrança
daqueles tempos de criança.
Mensagens Relacionadas
Bela que tu és em teus encantos ao som
Bela que tu és em teus encantos
ao som da tua voz dançam os anjos
é como uma melodia sem sentido
é como um soneto ao meu ouvido
e agora deixaste-me a pensar…
será que con…
Sem ti
Sem ti, Sou…
Um grão de areia no deserto
Um quarto fechado apagado
Um animal abandonado
Um sentimento afogado
Um caminho que vai pra nenhum lado
Um cachorro abandon…
Poema: Chama
Poema: Chama
Caminhos são luzes tuas
Mas tu os iluminas!
Os campos são teus cobertores
Mas tu os aqueces!
Arde foto eterno,
Que tua chama seja infinita!
Il…
Perispírito Presbito da arte das palavras Incorporado pelo teu amor Do
Perispírito
Presbito da arte das palavras
Incorporado pelo teu amor
Do tempo que hoje prescindo
Habitas no meu perispírito
abnegado da tua presença
Abismal dor em m…
Que os demónios infernais fluorescam no infinito nestas trevas abismais onde
Que os demónios infernais
fluorescam no infinito
nestas trevas abismais
onde jaz o descrito
no sangue que aqui escorre
nadando na negra morte
aprofundada essa sorte…
Nos pomares do pensamento renascem poemas eternos qual emanamente sentindo descarnando
Nos pomares do pensamento
renascem poemas eternos
qual emanamente sentindo
descarnando etéreas palavras
fluorescendo preludios secretos
desbravando raizes perdidas
…