“Pátria Mãe”
“Pátria Mãe”.
Ecoar o som da visão ao ponto de um surdo ouvir e um cego enxergar, os lamentos de sacramentos me faz na calada calar até a vontade de chorar, de ferido patriotismo pelo pauperismo de seus filhos esquecidos ao mundo obscuro sobrevivemos em diferentes mundos isolados exilados escravos dos números, de números, de inúmeros desencantos sempre aos prantos por falta de algo ao prato, minha pátria mãe camuflaste sua raiz, aqueles que as mãos sangram calejadas pelos trabalhos mal remunerados prestados a ti, nos exclui-se…mas ainda resistimos, sei que não estarei aqui para vivenciar nossa branda e estrondosa vitoria, pois pátria mãe já é me próximo a idade de todas as experiências se findarem, mas sempre
Lutei, resisti, persisti… até os últimos momentos, certamente seguiram o exemplo que assim deixarei em minha amada terra, de ter nascido sim pobre, mas rico em dignidade e respeito ao meu semelhante, e jamais usar de má fé confiança em mim depositada, espero que os meus e os demais sobreviventes dos guetos… tenham imenso e eterno orgulho de ti pátria mãe, assim como eu, com tudo, com tudo, orgulho-me de ser teu filho… um excluído brasileiro.
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Cego não é quem perde a visão. Cego é quem perde a sensibilidade e deixa o desamor apagar as luzes da alma.
#sensibilidade#dayanne#poema#cego#desamor
Cegueira
Cegueira
Fiquei cego
Como cega o amor
Estou Longe
Com a passagem de ida
Esperando você saber
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Fui passando pela avenida Vi um cego a caminhar Atravessando
Fui passando pela avenida
Vi um cego a caminhar
Atravessando a rua fui lhe ajudar
Ajudando mais uma vida
Só que uma buzina maldita
Assustou o cego maldito
Me empurr…
"Não precisa deixar cego quem já está cego de paixão. A paixão conduz o homem ao erro e o faz persistir no engano."
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"Reflexões". Resende, 03 de Fevereiro de 2016.
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