Das nossas lutas para uma anistia ampla
Das nossas lutas para uma anistia ampla, geral e irrestrita, na defesa da amazônia e pelas demarcações das terras indígenas, pouco mudou até aqui.
Uma cambada de proletariados da zona sul do RJ, bancados na PUC e FGV pelos papais, com fantasias de simples comentando as orgias de fim nos de semana em Angra dos Reis, fumadores da erva que alimentam o trafico, socialistas de araque com caras e bocas pintadas de vermelho, partidos sindicalistas no Baixo Leblon.
Entende se bem a quem serve e interessa a bagunça destes factoides de esquerda forjados a fogo brando que não doí e não queima contra as instituições nacionais e o verde oliva dos fardados.
Amotinados do oba oba que só viajam para Europa de primeira classe vendo do alto as periferias agonizantes da verdadeira cidade.
Mensagens Relacionadas
Cabanos
Cabanos
Através da madrugada
Fez-se heróica jornada
Em cada comunidade
Pela comum liberdade.
Através desta vastidão
Onde tudo é imensidão
Ergueu-se cada oprim…
O verdadeiro amor pela Amazônia brasileira dispensa novas
O verdadeiro amor pela Amazônia brasileira dispensa novas mirabolantes paixões a distancia, o verdadeiro amor amazônico só pode ser vivido e exercido em plenitude, lá no coração pulsante verde da Gran…
#amazonia#ricardoviannabarradas#poemasNão adianta ficar postando textão indignado com os
Não adianta ficar postando textão indignado com os incêndios criminosos na Amazônia se vamos continuar consumindo de forma desmedida. Eles são os verdadeiros bandidos por liberarem o desmatamento sem …
#poemas#amazonia#mauriliomartinsmiranda
Amazônia: Preserve(-se)…
Amazônia: Preserve(-se)…
Quero respirar fundo…
Quero o barulho dos animais.
Desmatar é matar-se pelas costas.
Ao poeta e político Benedicto Monteiro
Ao poeta e político Benedicto Monteiro
_ A força das águas inunda de beleza a Amazônia. A Terra Molhada, caída, traz a lembrança dos que partiram, mas deixa também o cheiro da saudade, a saudade…
Banzeiro
Banzeiro
Poesia Amazônica
Parece prece
que enverdesse
Flertes da palavra mata
Onde as ruas são rios
Desse banzeiro
que me envolvo.