Ai se eu te pego no altar, te carrego comigo até que a morte nos separe.
Ai se eu te pego no estádio na copa, te chamo de Fuleco e te faço meu mascote.
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Ai se eu te pego na sexta-feira, te levo pro bar e te bebo que nem cerveja.
Ai se eu te pego na padaria, te chamo de pãozinho e te levo pra casa.
Ai se eu te pego na igreja, te rezo uma ave-maria.
Ai se eu te pego me traindo, sou eu vindo e você indo.
Ai se eu te pego no mar, me chama de oferenda que eu te chamo de iemanjá.