Ai se eu te pego no mar, me chama de oferenda que eu te chamo de iemanjá.
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Ai se eu te pego na praça, te pago uma pipoca.
Ai se eu te pego em marte, te chamo de extra terrestre e exploro.
Ai se eu te pego no tiroteio, te chamo de bala perdida e me perco junto.
Ai se eu te pego no funk, te remexo e te levo até o chão.
Ai se eu te pego no metrô, te jogo na parede e te esmago.
Ai se eu te pego na praia, te jogo na areia e te faço a milanesa.
Ai se eu te pego na cozinha, tem encho de maionese.
Ai se eu te pego me traindo, sou eu vindo e você indo.
Ai se eu te pego na enchente, te enrolo em mim e te chamo de colete salva vidas.
Ai se eu te pego tráfego, te paro na rua e a gente causa um engarrafamento.
Ai se eu te pego no altar, te carrego comigo até que a morte nos separe.
Ai se eu te pego no estádio na copa, te chamo de Fuleco e te faço meu mascote.
Ai se eu te pego na igreja, te rezo uma ave-maria.
Ai se eu te pego na globo, a gente faz um plim plim.