Ai se eu te pego na sexta-feira, te levo pro bar e te bebo que nem cerveja.
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Ai se eu te pego no metrô, te jogo na parede e te esmago.
Ai se eu te pego em marte, te chamo de extra terrestre e exploro.
Ai se eu te pego na praça, te pago uma pipoca.
Ai se eu te pego no tiroteio, te chamo de bala perdida e me perco junto.
Ai se eu te pego no funk, te remexo e te levo até o chão.
Ai se eu te pego na igreja, te rezo uma ave-maria.
Ai se eu te pego me olhando, não sei pra onde olho.
Ai se eu te pego na globo, a gente faz um plim plim.
Ai se eu te pego na novela, a gente faz uma cena.
Ai se eu te pego no mar, me chama de oferenda que eu te chamo de iemanjá.
Ai se eu te pego na padaria, te chamo de pãozinho e te levo pra casa.
Ai se eu te pego no altar, te carrego comigo até que a morte nos separe.
Ai se eu te pego na livraria, a gente faz um romance.
Ai se eu te pego tráfego, te paro na rua e a gente causa um engarrafamento.