Ai se eu te pego no mar, me chama de oferenda que eu te chamo de iemanjá.
Ai se eu te pego na livraria, a gente faz um romance.
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Ai se eu te pego na sexta-feira, te levo pro bar e te bebo que nem cerveja.
Ai se eu te pego no meu fusquinha, pena que o banco não reclina.
Ai se eu te pego na igreja, te rezo uma ave-maria.
Ai se eu te pego tráfego, te paro na rua e a gente causa um engarrafamento.
Ai se eu te pego na enchente, te enrolo em mim e te chamo de colete salva vidas.